quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012

Pedal #14

Centro Biguaçu/Vendaval/Santa Catarina/Limeira/São Marcos/São Mateus/Limeira/Encruzilhada/Saudade/Prado/Centro Biguaçu

Trajeto GPS com detalhes:

E aí, galera!

Fala a verdade! Já estavam com saudades das postagens do Blog, certo?


Então vamos aos causos deste pedal! O PEDAL #14!

Pra começar, vou dizer que foi um dos melhores pedais que já fizemos! Acho que já disse isso antes!

Na verdade todos os pedais são legais, sempre conhecemos lugares diferentes ou tem alguém novo no grupo que temos a oportunidade de conhecer.

Tudo estava programado para ser um pedal leve. O que acabou não acontecendo, pois o pique da raça está cada vez melhor. Em menos de dois meses nosso ritmo melhorou muito.

Horário combinado e todos estavam lá, na frente do BAC. Todos com suas Bikes preparadas para a pedalada, exceto o Quirino. Que estava sentado em seu possante, quase dormindo.

- E aí, pô! O que é isso?
Voz de sono:
-Pois é cara.... Será que vai chover?
-Vai pra casa agora, deixa esse carro e te arruma!!!
-Tá, tá...

Esperamos uns 15min e ele apareceu com sua tradicional camisa de pedal amarela.

Estavam lá:

Frank
Cíntia
Bruno
Quirino
Jurandir
Joninha
Loridane
Bio
Dú (Biguaçu)

E só!

É digo "só", por que pra quem acompanha o Blog, deve ter sentido falta de alguns integrantes e uma destas integrantes está, desde a primeira pedalada, presente em todas. É a Camila. Ela está lesionada. Foi uma série de fatores que à levaram ao Departamento Médico. Mas é uma longa história.... A previsão de retorno da única representante da "maior" torcida de Santa Catarina é em Março. Uma pena! Mas o tempo passa voando e logo ela estará pedalando e contando mentira em cima do selim conosco.

Tudo certo e partimos, com atraso, pra variar.

Bruno, Joninha e Juranda. E o BAC, lá atrás!




Fomos pela Major Livramento, que é uma porcaria para pedalar. Será a última vez que passaremos por ali até esta obra da Macro-Drenagem sair e eles asfaltarem tudo. Ouvi que seria em Janeiro, mas ainda não iniciaram esta pavimentação. Uma hora sai...

Sem fotos para aquela parte, pois ficaram todas tremidas. hehe


Então pegamos a SC em direção à cidade de Antônio Carlos. Fomos em um ritmo fortíssimo. Quase 30km/h de média. E em Santa Catarina entramos à direita.

Lá fizemos uma paradinha em cima da Ponte sobre o Rio Biguaçu:
Estou até agora tentando descobrir o que é aquela luz no canto esquerdo da foto. O sol não é, pois ele se põe no lado esquerdo da foto. Estranho... Algum "sugerimento"?

Comentários sobre a ponte:
Loridane:
-Aí gente! Tô cansada! Nunca levei uma canseira dessas!
Falamos:
-Calma, Lori! Era só pra passar o trecho sem acostamento da SC. Agora a gente vai "na manha".

Bruno:
Esse Rio passa lá atrás de casa!

Qualquer dia ainda vou alugar um pedalinho pra raça e ir pedalando pra ver onde nasce esse Rio!


Ainda estava de dia. Aproveita pra bater uma foto todo mundo.


Fomos por esta estrada até o asfalto da Limeira, uns 5km de estrada de chão, mas em boas condições. E começou a escurecer. Aí, sabe, fotos de celular a noite não fica uma Brastemp....

Fomos num ritmo bom também. Um pouco mais leve.

Chegamos no fim da Limeira e acabou o asfalto. Entramos no São Marcos.

Pedalamos até o fim. Achamos um buteco e tomamos uma Skol litrão. Durante o papo com os bêbados do buteco, pegamos instruções para a nossa pedalada deste final de semana. Um deles disse que tinha uma trilha alí perto e que tinha duas porteiras. Se fôssemos até o fim chegaríamos no Rachadel. Mas tinha que carregar a Bike nas costas por alguns trechos. A trilha tinha uns 5km.
O Bio, que estava "esparramado" em uma cadeira escutou "Rachadel" na conversa e se pronunciou com uma cara feia:
-Ô, Frank! Queres ir pra onde, cara?"
Explicamos que era pra outro dia e ele voltou a sorrir.
Aproveitando o conhecimento dos nativos, perguntei sobre o caminho que leva dos Canudos até o Amâncio.
Eles:
-Isso! Lá sai no Amâncio! Mas a estrada é ruim.

Pensei comigo: "Se aqui, que é bom, tem que carregar a bike nas costas por 5km imagino o que seja ruim pra esses caras."

A conversa estava boa, mas precisamos partir.

Na frente do Buteco tinha um ponto de ponto de ônibus em um estado de conservação de dar inveja aos do Centro da Cidade!

-Vamos lá galera! Ajeita aí pra registrar que tivemos no último ponto de ônibus de Biguaçu.

A foto ficou escura:


Os caras do bar gritaram lá de dentro:
-Esse aí não é o último não! Tem um mais ali pra cima! Vocês tem que subir aqui.....
Antes que ele completasse olhamos a morreba e disse em coro:
-Não, não! Tá bom aqui!

Pra foto ficar melhor resolvi ligar o super Flash do meu telefone.
E o Quirino teve uma brilhante ideia:
-Vou apontar a luz da Bike pra ajudar na iluminação!!

Veja que beleza:

-Porra, Quirino! Apontar pra câmera não, né?

Aí, deu uma melhoradinha:

Mais perto! Ô trabalho para bater uma foto....

Mais perto!

-Pegasse o nome no ponto de ônibus?
-Nem me atentei pra isso!
-Pô, Frank! Aí não dá! Pedalamos isso tudo só pra essa foto!
-Tá!Tá!

Vê se deu:

Sem luz:


Depois de meio-hora discutindo sobre a foto resolvemos partir. Demos tchau aos nativos e pegamos a pontezinha que dá em São Mateus.

Pensa num "breu":
Só dá pra ver os sinalizadores mequetrefes.
Depois dessa, no outro dia fui na loja comprar um farol descente. Descobri que é perigoso descer morro esburacado no escuro. Mas não cai, ainda....


Passamos a Igreja de São Mateus:

Uma coisa interessante daquela região é que o pessoal da roça dorme muito cedo, com exceção dos caras do buteco. Eram pouco mais de 21h e as casas já estavam todas fechadas com tudo apagado. Era uma sensação estranha. Como pode esse povo viver sem a novela das oito? Sem BigBrother?
É um estilo de vida completamente diferente do pessoal da cidade. E certamente é um estilo de vida mais saudável.

No trevo que vai "Prus Canudu" resolvemos pegar à direita e voltar pra casa.


Viemos "na paulêra"!

Alí, próximo à Igreja da Limeira o Bruno quase atropelou um gato. Na verdade era um filhotinho, um gatinho.

As meninas todas fizeram aquele:
-Óóóóóhhh! Que fofo!

Olha na cara do Jurandir:



-Tira a foto rápido que essa p... tá me arranhando todo!


Ficamos pensando no filho da mãe que abandonou o pobre do gato.

Então, apareceu um cara de moto e perguntou se vimos o gato. Ele pegou o gato, disse que tinha mais um por ai, achou outro, botou dentro da Mochila e levou embora.

Ficamos mais tranquilo pela boa alma que adotou os gatinhos.

Pedalamos um pouco mais e começamos a pensar:
"Porque o cara sabia que tinham gatos ali?"
"Como ele sabia que tinha outro gato?"
"Porque ele estava com uma mochila completamente vazia nas costas?"

Hipótese 1
O cara viu os gatos e resolveu adotar

Hipótese 2
O cara abandonou os gatos, nos viu chegar e ficou com medo. Foi lá e pegou os gatos de volta.

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Depois de várias análises, o pessoal chegou à conclusão que o mais provável seria a opção 2.

Mas depois de muitos anos trabalhado na CIA, onde desenvolvi o meu talento em deduções, cheguei a uma outra hipótese:

Hipótese 3
Um casal jovem, do interior biguaçuense, tinha uma gata. Esta gata ficou prenha de um gato qualquer. Eles, como são do interior, nem deram muita bola. Quando os filhotinhos da gata chegaram, as filhas do jovem casal e a esposa se apaixonaram pelos gatinhos fofos. O marido que não é bobo, nem nada, não queria aquela "gatarada" dentro de casa e aproveitou um momento em que a esposa e as filhas não estavam em casa e resolveu abandoná-los. Porém, quando o marido voltou pra casa, as filhas e a esposa estavam desesperadas pelos gatinhos:
-Meu Deus!!! Os gatinhos sumiram!!
As filhas choravam em prantos.
A esposa pergunta:
-Não visse os gatinhos?
-Eu não!
-Estás vindo de onde?
-hmmm

Então o marido, tolo, não conseguiu enganar a esposa e ela deu a ordem:
-Tu vai atrás desses gato!!!! E não me aparece em casa sem os gato!

Foi aí que encontramos o cara.


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Depois de toda essa discussão sobre os gatinhos, seguimos viagem. Na igreja da Encruzilhada o Quirino sugeriu uma parada:
Reparem no estado do ponto de ônibus. Mostra que já estamos chegando à "civilização".



E na entrada do bairro mais glamuroso de Biguaçu, o Vendaval, fizemos nosso ponto final!



ATUALIZAÇÃO: No dia seguinte, passamos por lá e os gatinhos estavam perdidos, sem dono. O que prova que a Hipótese 2 era a correta. Uma pena, pois os filhotes vão morrer de fome ou atropelados.


Abraço a todos!

Não preciso nem repetir, né?

Quem quiser pedalar conosco, é só chegar! Nas quartas fazemos um pedal chamado "Quarta Light" que é num ritmo de passeio, bem leve, ideal pra quem quer começar.

quinta-feira, 19 de janeiro de 2012

Pedal #06

CentroBiguaçu/AreiasdeBaixo/Caeira/Antenor/Armação-Pausa-Armação/Morreba/Areias de Baixo/CentroBiguaçu.


Não me perguntem os dados que meu aplicativo pifou no caminho e eu fiquei p da vida. Dei até um esporro no Doze.

Vocês já devem ter reparado que sempre inicio a história da pedala dizendo que ela foi "a pedalada mais..."

Essa pedalada foi duas vezes "a mais".

Foi a mais planejada. Ficamos combinando cerca de 3 semanas antes.

E foi a que teve as mais belas paisagens.

Tudo iniciou quando, afim de aproveitar as férias, resolvemos passar um tempo na armação. A princípio iríamos apenas eu e a Cíntia. Pois ficamos na casa de parentes e como já éramos os folgados da casa, não levaríamos mais pessoas para pousar lá.

Mesmo assim apareceram mais dois parceiros para a trip. O Doze e a Camila.

Ahh, e também foi a pedalada mais cedo:

Horário marcado, tudo combinado para o Quarteto Fantástico partir para Governador Celso Ramos.

A primeira a chegar foi a Cíntia, depois eu e depois o Daniel, claro, atrasado.
Ficamos esperando a Camila.

Resolvemos bater uma foto em frente ao Papai Noel.
Olha os dois empolgadinhos aí:

Esperamos a Camila. Esperamos, esperamos...

-O Doze, não é melhor dar uma ligadinha pra ela?
-Não, pô! Ela falou que vinha.
-Eu acho que ela não acordou.

Esperamos, esperamos. Nada da Camila e Resolvemos ligar:

-Alôôa... (aquele alô rouco e com falta de ar)
-Ô, Mila! Tás dormindo?
-Ãn?
-Tâmu te esperando pra pedalá!
-Ãn? Pedalá?
-É, falei contigo ontem! Pra ir pra Armação. Falei que era às seis e meia.
-Mas seis e meia da manhã? Achei que era a noite...

Bom, aí vocês já imaginam que a Camila não foi, né?!


Então partimos sem ela mesmo. Resolvemos ir ao posto para calibrar os pneus.

O posto estava fechado, mas vi que o sol estava nascendo na foz do Rio Biguaçu e resolvi bater uma foto:


Passamos em outro posto e agora sim, partimos para a viagem. Olha a ponte sobre o Rio Biguaçu.

Na BR101:

O tempo estava nublado, mas o sol fazia força para dizer que estava nascendo.

Sempre que possível, evitamos trechos de BR101. Além de considerarmos mais seguro, é melhor pra ir batendo um papinho. Passamos pela rua que passa atrás da PRF. Eu não sei que bairro é esse. Se alguém souber, comenta aí dizendo.


A Cíntia saiu com casaco de casa. Eu disse:
-Vais sentir calor!
-Não, não! Está frio!


Alí, naquela rua, tem umas casas bem grandes e bonitas.

O nascer do Sol acompanhou todo o nosso passeio. Se reparar bem, a Cíntia aparece na foto, está escuro, mas aparece.


De novo:

Praianha que eu também não sei o nome:


E a Cíntia sentiu calor:


Subindo o morrinho. Nesse ponto ajustei o banco do Daniel, que estava frouxo.


Outra coisa interessante é que, sem combinar, estávamos todos de vermelho.



Os meus ombros estavam de preto.



Na BR101, depois de passar São Miguel:



Nesse ponto o Daniel me explicou o porque nunca andar na contra-mão:
-Porquê, Doze?
-Pro cara aproveitar o embalindo que o vento dos carros fazem.
-Ahh, tá!



Olha aí, todos aproveitando o embalinho do vento do carro. Menos Luíza, que está no Canadá!



Olha que nuvenzona! Se a câmera não fosse a do celular...


Dr. Cíntia:



As "gaviota" batendo um rango:



Alí, no Posto Tijuquinhas, dá pra pegar uma estradinha paralela bem gostosa de pedalar.





Eu gosto de ir empinando a Bike. Durante uma das empinadas, o Doze disse:
-Porque tu não tira uma foto tua fazendo isso aí?
-Sei lá!
-Tu nunca aparece no Blog!
-Então tá, tira aí!

Olha eu "só na manha"!


-Tira rápido! Senão vou cair!
-Calma, já tirei! Estou tirando outra!


-Agora ajeitou! Agora vai longe!



-Ooopa!


Depois da estradinha, chegamos em Areias de Baixo. Aqui ainda é Biguaçu.


Estradinha boa pra pedalar também, mas quando é cedo e não tem movimento.



Papemborg. Empresa que fabrica os laticínios Holandês.



Olha as vaquinhas aí.



Paradinha pra abastecer de água e comer uma banana para enfrentar os vários morros que pegaríamos.Aqui já pisávamos em terras Gancheiras - eu acho.


Resolvemos ir "por baixo" pra não pegar a morreba forte. Fomos pela Caeira.
Passamos pelo campo do Amazonas:



E aí, descobrimos que para evitar a morreba, escolhemos um caminho com várias morrebas.



Aqui dá pra ver Tijuquinhas e o terreno do amigo do Rômulo Garcia, o Eike Batista.
*Pra ver as fotos em maior resolução, é só clicá-las.


De carro esses morros não parecem ser tão "ingridis":



E dale morro. Pra variar a água do Daniel acabou nesse ponto e ele já estava filando a água dos coleguinhas. Sacanagem...



Aqui passamos pelo centro econômico da Caeira:



Depois teve uma morreba que não deu pra ir pedalando. Galera toda pediu arrego:


Aí na frente tem um curvinha e pensamos que acabou. Já dá uma alegria. Mas você chega mais perto e confere:



Depois de MUITAS subidas, finalmente uma descidinha! Foi uma maravilha. Mais ou menos nesse ponto da pra ver bem a ilha de Anhatomirim, mas eu estava tão cansado que até esqueci de bater uma foto, fiquei só olhando.


Mas depois de aproveitar a decida, passamos pela praia do Antenor "na paulêra". Isso durou menos de um minuto. E logo depois veio mais uma subida forte.

Pedalamos, o coração pela boca, e chegamos no topo novamente. Mais uma parada. Nesse ponto o Daniel já tinha pensado em ligar para o pai dele vir buscar umas 15 vezes:




Aqui uma das praias que eu mais gosto. A praia do Curral:


Pedalando na frente da praia:
Essa alegria toda é porque pegamos um trecho enorme de descidas. Deve dar quase 5km. Foi uma maravilha e sempre é legal andar em alta velocidade. Compensou bem as muitas subidas.


Mas aí vem mais subida de novo:



Subimos e avistamos a Praia do Curral:



- Vamos parar aqui para tirar uma foto da Praia!


Aí resolvi aparecer no Blog novamente:
-Tira direito essa merda aí, Daniel!



-Bate com a câmera de lado, pô!!!
-Táááá, táááá!
*Ficou melhor! Viu como eu tinha razão?


Então seguimos subindo!


Nesse ponto o Daniel estava postando ESSA FOTO no Facebook dele:


Então foi mais um monte de decidas....


Só alegria e descanso nas descidas:


Parece um piloto de MotoGP.


Aí, chegamos no Bairro Cem e o filme da máquina acabou.

Chegamos na casa e a primeira coisa foi fazer um baita churrasco e detonar a gelada na casa dos parentes. O Doze fez isso e foi embora. De carona, claro!

Eu e a Cíntia ficamos.
Dormimos, comemos, fomos à praia e fizemos mais um monte de coisas.

Mas a mamata acabou e no dia de voltar pra casa chegou.


Compramos filme, limpamos as Bikes...



Bora pra casa!



Olha a Cíntia passando pela civilização



No retorno resolvemos fazer outro trajeto e subir a "morranca" principal.

Olha o tamanho do morro!


Descobri que 21 marchas são poucas. Muito poucas. Em dois pontos não foi possível subir pedalando:



Matagal


E a praia foi ficando para trás. Dizer que estávamos lá embaixo...



Fizemos uma paradinha só pra tirar foto:



Mais uma:



Tinha uma turma de bêbados tirando fotos. E se ofereceram para tirar uma foto nossa.
Lembrei do Tuquinha: "Capricha e eles saem correndo com o iPhone!"



Aqui demos uma paradinha antes de iniciar a descida.
Depois de milhares de quilômetros pedalados em minha vida, pela primeira vez senti falta de um freio a disco.

Na descida foi uma loucura, minha bike ultrapassou os 70km/h e o freio não servia pra nada! Foi a parte mais massa que já passei em cima dessa bike!



Passamos o 2,5km de descida em 1min. Foi bom, mas foi pouco! Para subir levamos quase meia hora.


Olha nós "Nas Areia"


Essa foto foi sem querer, a bike "entortou", mas vai pro blog também!




Centro de Evangelização



Pinheiros:




Aqui já dava pra avistar a BR101 e sentir o gostinho de estar chegando em casa.



Novamente pela aconchegante estradinha:



Nesse ponto o pai me ligou para ir comer camarão e peixe. Tudo fritura! Não poderia ser melhor!



Foto na passarela!



Essa passarela não existe mais, uns dias depois passou um maluco com a caçamba do caminhão levantada e a derrubou.



Retão infinito de Sao Migas!



Aqui passou um maluco de carro com um bike em cima e foi nos acompanhando e tirou fotos da gente.
*Maluco, se um dia você passar por este blog, mande as fotos pra gente!




E aqui o fim da viagem!




É isso aí, galera!

Esse foi a nossa aventura! Espero que tenham gostado.

Nos vemos por ai!